segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A Escócia vai fazer um referendo em setembro para decidir se permanece ou não do Reino Unido... “País vai decidir em setembro se permanece ou não do Reino Unido, do qual faz parte desde 1603

(...)A Escócia vai fazer um referendo em setembro para decidir se permanece ou não do Reino Unido...
“País vai decidir em setembro se permanece ou não do Reino Unido, do qual faz parte desde 1603
COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
Publicado:
1/01/14 - 7h00
Primeiro-ministro da Escócia, Alex Salmond, e o vice Nicola Sturgeon seguram cópias do plano para a independência do Reino Unido
Primeiro-ministro da Escócia, Alex Salmond, e o vice Nicola Sturgeon seguram cópias do plano para a independência do Reino Unido Andrew Milligan / AP
RIO - A Escócia vai fazer um referendo em setembro para decidir se permanece ou não do Reino Unido, do qual faz parte desde 1603. A independência fracassou em referendos anteriores. Alex Salmond, o primeiro-ministro nacionalista, defende que a sociedade escocesa pode fazer melhor no mundo globalizado se tiver pleno controle de suas políticas.
A campanha deve ficar mais intensa durante o verão europeu, que antecede o referendo.
- Não subestime o Partido Nacional Escocês ou seus líderes - opina o especialista em secessões da Universidade de Ontário, Robert Young.
Uma vitória, diz, estimularia outros movimentos separatistas, como os de Quebec(Canadá) e da Catalunha (Espanha).
Embora até agora o foco tenha sido a economia, Young acredita que o apelo emocional dos nacionalistas escoceses pode influenciar no resultado final.
David Cameron, o primeiro-ministro britânico, assinou o acordo que permite o referendo, mas faz pressão contra. Em sua defesa, ele diz que o Reino Unido possui um assento no Conselho de Segurança da ONU e “uma influência com aliados chave em todo o mundo”.
Para Young, a influência na decisão escocesa na Catalunha passa pelo “direito de decidir”, que foi negado por Madri mas afirmado por Londres. Já no caso de Quebec, pode haver um impacto na interpretação da Suprema Corte canadense, pois, enquanto para os escoceses basta uma maioria simples, o tribunal do Canadá indica que exigiria um porcentagem maior dos votos”.


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