quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

As 30 empresas mais reclamadas de 2013

"As 30 empresas mais reclamadas de 2013

Telefônica/Vivo lidera o ranking do Estado de São Paulo, composto ainda por bancos, fabricantes de eletrônicos e eletrodomésticos e varejistas

Marília Almeida - iG São Paulo  - Atualizada às 
O Grupo Telefônica/Vivo foi o campeão de reclamações em 2013 no Estado de São Paulo. No total, foram 27,9 mil queixas contra a empresa de telefônica fixa e móvel, de acordo com ranking do Procon-SP.
Além do setor de telefonia, na lista com 30 empresas figuram bancos de grande e médio porte, são destaques. Em seguida, aparecem varejistas e fabricantes de eletrônicos e eletrodomésticos. 
Telefônica lidera o ranking, com 27,9 mil reclamações. Entre elas, 10,36% não foram resolvidas. Entre as reclamações, 11,5 mil se referem a cobranças indevidas/abusivas. Foto: Divulgação
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Motivos
Entre as principais queixas estão cobranças indevidas ou abusivas, comuns em casos de empresas de telefonia e de bancos. Aparecem também problemas relacionados a contratos. No caso de bancos, entre as reclamações figuram ainda falhas no internet banking. Entre as empresas de telefonia e TV a cabo, consumidores se queixam também sobre não fornecimento de serviços.
No caso de grupo varejistas que reúnem sites, como B2W e Grupo Pão de Açúcar, entre as principais reclamações estão a não entrega ou demora na entrega de encomendas, além de produtos com defeito. Esse problema também é recorrente quando se trata de fabricantes de eletrônicos e eletrodomésticos. Outra queixa comum nesse caso é a falta de peças para reposição e insuficiência na abrangência e cobertura da garantia do produto adquirido.
Índice de solução
Em geral, os índices de reclamações que não são solucionadas girou em torno de 10%. Um grupo menor de empresas deixou entre 20% e 30% das queixas sem solução, e algumas não resolveram quase a metade dos problemas apontados no ano por consumidores.
É o caso dos grupos Lenovo, Mabe e da fabricante Motorola, que deixaram de solucionar cerca de 45% das reclamações do ano".


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